4 Lições que todo nutricionista aprende na UAN!





1 - “Dar um jeitinho” não funciona

Nem sempre os atalhos são o melhor caminho. Não tem como encobrir seus erros dentro de uma UAN. Hora ou outra eles aparecem e, por isso, é melhor lidar com eles rapidamente do que postergar e ver as coisas virarem uma grande bola de neve, ou melhor, irregularidades.

Isso, por exemplo, se aplica a um equipamento quebrado. Tem que resolver na hora, se não o alimento estraga e o prejuízo é grande. Ou para um alimento vencido. Nada de trocar a etiqueta. É descarte e pensar em ações que evitem esse tipo de acontecimento. Fornecedor que entrega carne sem o SIF. É devolver na hora, não tem outra opção.

“Dar um jeitinho” é diferente de consertar o que está errado. Existem ações rápidas, que precisamos tomar na hora para evitar prejuízos maiores. Mas essa história de tapar o sol com a peneira, ou seja, com medidas temporárias, nunca funciona a longo prazo na UAN.

Podemos também aplicar essa ideia no nosso cotidiano. Quando um problema aparece, não adianta escondê-lo no fundo da gaveta. Temos que aprender a lidar e bater de frente. A vida é assim. Erros e imprevistos acontecem. E vai de nós ocultar isso e ignorar ou resolver e evoluir como pessoa ou gestor.


2 - A vida não é competição, é cooperação

Sabe aquela história de que sempre vai ter alguém para puxar o seu tapete? Pois bem. Na UAN, essa história tem que ficar da porta para fora. Porque se uma equipe não colabora e trabalha em harmonia, a cozinha não vai para frente. Tudo para.

É claro, sempre vai existir uma intriga, uma fofoca ou uma briguinha, mas é responsabilidade da nutricionista de UAN inspirar a equipe a olhar para o outro com empatia e gentileza. Se a copeira precisa de ajuda, ajude. Se a pessoa que está limpando a louça precisa de uma mão extra, seja a pessoa a estender a mão. Não tem dessas de “não é meu trabalho, não vou fazer”. Isso porque dentro de uma cozinha o trabalho do outro influencia diretamente no seu, quer você queira ou não.

E não é uma questão de ajudar para mostrar superioridade. É por entender qual é o seu papel dentro daquele cozinha: entregar alimentos saborosos e seguros. É por entender que vocês são uma equipe e em uma equipe todos trabalham juntos.

Na vida, é a mesma coisa. Ninguém vai roubar o espaço de ninguém se as pessoas começarem a trabalhar em união, se ajudando. Há muito mais para aprender, construir e evoluir se você enxerga o outro como um parceiro, não um rival.


3 - Prática sem teoria é falha, a teoria sem a prática é morta

POPs lindos, manual de boas práticas completo e de cair o queixo. Nas paredes, indicação de como higienizar as mães, de qual cor de tábua corresponde a qual categoria de alimento, frases inspiracionais e etiqueta feita contendo todas as informações. Ok. E na prática, tudo isso é aplicado? As coisas funcionam como dizem os papéis?

Na teoria, tudo é sempre lindo. Mas sem a prática, ela é só um texto qualquer que não diz absolutamente nada. E o mesmo vale para prática sem teoria. Sem a base, ela é pura intuição e acaba não sendo do jeito correto. Uma coisa complementa a outra.

O nutricionista deve sempre estar atento a esses detalhes. Antes de querer escrever qualquer POP ou slide de treinamento, é preciso ouvir, olhar, observar. O que os funcionários precisam? Como é a estrutura da cozinha? O que falta para que a teoria seja aplicada? O que aflige a equipe? Aí sim você pode começar a escrever a teoria.

A teoria parte de observação e do olhar crítico e a prática parte de uma teoria bem pensada e estruturada. É só você lembrar do seu dia a dia. Você leu um livro sobre produtividade. Se você não aplicar o que aprendeu na sua rotina, aquele vai ser só mais um livro que irá para sua estante. Agora, se você pegar aquelas ideias e adaptar para suas necessidades, com certeza, vai começar a ver resultados.

4 - Chega de mais do mesmo

Do mesmo cardápio, da mesma decoração, do mesmo treinamento, do mesmo manual de boas práticas, do mesmo EPI, da mesma observação todo dia. Chega de mais do mesmo. Ninguém gosta de monotonia e, por mais que a cozinha industrial tenha suas regras e normas, é possível variar e usar a criatividade em alguns aspectos.

Saia da caixinha. Pense além do básico. Se você não gosta de comer alface e tomate todo dia, por que seus funcionários iriam gostar? Se você não gostava de ouvir a mesma bronca da sua mãe toda semana, por que faz o mesmo com a equipe? Se você detestava aquela aula em que a professora só lia slide, por que seus treinamentos são igual?

A rotina é necessária, mas, dentro dela, é possível fazer ajustes para que o dia a dia fique mais alegre e inspirador. Isso vale para a decoração do refeitório, os processos dentro da cozinha, as atribuições de cada um, o cardápio de cliente e funcionários, as brincadeiras nas datas comemorativas, os recados nas paredes e por aí vai.

Na nossa vida, é a mesma coisa. Ninguém aguenta fazer as mesmas coisas todos os dias. É preciso buscar um ar fresco, ter experiências novas, conhecer novas pessoas, se aventurar em novos caminhos e, principalmente, não ter medo de testar novas ideias.



Fonte: https://nutrimixbr.wordpress.com/2019/05/07/licoes-que-todo-nutricionista-aprende-na-uan/

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